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Dhlakama reitera ser contra os resultados das eleições gerais

Moçambique.

Agência VOA

Afonso Dhlakama, mobiliza os seus membros eleitos, para mais uma vez não tomarem posse, até que a Frelimo encontre a possibilidade da criação de um governo autónomo.

2 de fevereiro de 2015

Faltando apenas cinco e dez dias respectivamente do prazo estabelecido na lei para a tomada de posse dos membros das assembleias provinciais e da republica de Moçambique, o líder da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, mobiliza os seus membros eleitos, para mais uma vez não tomarem posse, até que a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) encontre a possibilidade da criação de um governo autónomo, de que farão parte as províncias de Nampula, Zambézia, Niassa, Sofala, Manica e Tete.

Num encontro havido no último Domingo, na cidade de Nampula com os membros daqueles dois órgão fiscalizadores do sistema governativo, eleitos pelas três províncias da região norte do pais, Afonso Dhlakama, explicou como será o governo por ele almejado e sobretudo como será a relação deste com o governo central.

A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) na pessoa do seu líder, reiterou que é contra os resultados das eleições gerais de 15 de Outubro do ano passado, tal como não reconhece o governo constituído pela Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).

Daí que nem que, para isso, seja necessária uma assinatura de acordo Dhlakama diz que vai formar o seu governo.

Alias a fonte não avançou quais medidas serão tomadas caso um deputado eleito na sua lista tome posse sem a autorização do partido.

Importa referir que pelo menos na província moçambicana de Nampula, a assembleia providencial esta dependente da RENAMO, uma vez que ate ao momento não foi eleito o presidente e o vice presidente do órgão.

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