8 de julho de 2023

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Moscou descreveu a decisão dos Estados Unidos de enviar bombas de fragmentação para Ucrânia como outro exemplo flagrante do curso anti-russo de Washington.

Essas bombas espalham várias outras menores no território atingido e pode causar perigo por vários anos para população civil. Mais de 100 países condenam o uso.

O presidente Joe Biden defendeu a ação dos EUA na sexta-feira, chamando-a de “decisão difícil”. “Demorei um pouco para me convencer a fazer isso”, disse Biden em uma entrevista à CNN.

A decisão de Biden contorna a lei dos EUA que proíbe a produção, uso ou transferência das munições que tem uma taxa de falha de mais de 1%. A transferência precisa da autorização do presidente.

A medida ocorre em meio a preocupações de que a contra-ofensiva de Kiev esteja indo mais devagar do que o previsto contra as tropas russas entrincheiradas e que Kiev esteja diminuindo os estoques ocidentais de artilharia convencional.

Colin Kahl, o principal conselheiro político do Pentágono, disse a repórteres que é muito cedo para tirar conclusões sobre os ganhos de Kiev no campo de batalha. Ele acrescentou que a Rússia teve mais sucesso na escavação "do que talvez tenha sido totalmente apreciado".

O fornecimento de munições cluster faz parte de um pacote de segurança de US$ 800 milhões que eleva a ajuda militar total dos EUA à Ucrânia para mais de US$ 40 bilhões desde a invasão da Rússia em fevereiro de 2022.

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