Em duelo de islâmicos, empate entre Arábia e Tunísia

14 de junho de 2006

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Ocorreu hoje em Munique (às 15:00 locais; UTC-2) o último da primeira rodada da Copa do Mundo de 2006. Foi a segunda partida do Grupo H, e ocorreu entre a Arábia Saudita e a Seleção Tunisiana de Futebol, com o plcar final de 2 a 2. O jogo foi considerado o mais fraco do grupo até então, apesar dos dois países (de maioria muçulmana) serem experientes em Copas, com os tunisianos participando da 5ª Copa e os árabes da 4º seguida. O resultado deixou-os empatados em segundo lugar com 1 ponto cada, somente atrás da Espanha que aplicou a primeira goleada do mundial ao vencer a Ucrânia por 4 a 0.

O jogo

Este jogo era considerado de importâcia vital para as duas equipes na comeptição. Tanto Roger Lemerre (do lado africano) e Marcos Paquetá (do lado asiático; apesar de ser brasileiro) diziam que uma vitória facilitaria uma possível promoção à segunda fase, já que bastaria uma vitória contra a Ucrânia para conseguir tal feito. O jogo começa movimentado com as duas equipes tocando bastante a bola e chegando com frequência ao ataque, já que eram adversários equivalentes e não corriam tanto perigo ao se expor a contra-ataques. Apesar do jogo estar equilibrado (50% em posse de bola), já era visível um predomínio da Tunísia no meio de campo - os tunisianos tem jogadores experientes que jogam na própria Europa, enquanto que quse todos os sauditas jogam no campeonato nacional. O domínio era tunisiano, mas o gol não saía, devido aos erros de cruzamento e finalização. Quando a Arábia chegava, parava na excelente atuação da defesa africana. A Tunísia foi reconpensada aos 20 minutos, quando Jaziri acerta um bonito sem-pulo após sobra da bola na área saudita devido a um escanteio cobrado e marca 1 a 0. A Tunísia baixa o ritmo e deixa a seleção do Oriente Médio jogar, apesar destes não aproveitarem.

A Arábia Saudita volta mais motivada no segundo tempo, e aproveitando a acomodação da Tunísia, que acha que o jogo está ganho, começa a se aproveitar de falhas de saída de bola e chega aos poucos. Em um contra-ataque vindo da defesa, Al Qahtani recebe bola cruzada e chuta sem ângulo para empatar. O técnico Paquetá mexe no time árabe e põe o ídolo árabe w:Al Jaber. Em outro contra-ataque letal, Jaber recebe bola na frente e fuzila o goleiro tunisiano, virando o jogo faltando 10 minutos para o fim. O gol é comemorado com preces e agradecimentos à Alá. Os sauditas relaxam (assim como os tunisianos no começo da segunda etapa) e permitem um cruzamento despretensioso para a sua área. A zaga afasta para a linha de fundo, mas Jaziri recupera a bola e cruza na cabeça do zagueirão Jaïdi, que tinha arriscado um subida no tudo ou nada. A aposta dá certo, e a Tunísia empata nos acréscimos.

O resultado foi absolutamente péssimo para ambos. Para a Tunísia que jogou melhor, e não teria sofrido empate se fosse mais atenciosa. E para a Arábia que sofreu pel vitória e viu o empate chegar nos acréscimos. Agora ambas seleções devem vencer a Ucrânia e tentar empatar com a Espanha para tentarem a classificação (crê-se que a Espanha consiga 3 vitórias como na Copa do Mundo de 2002).

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