EUA: saída da OMS gera críticas

8 de julho de 2020

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O presidente Donald Trump recebeu diversas críticas nesta terça-feira (7), após o anuncio oficial da saída dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Twitter, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, chamou a decisão de "verdadeira falta de sentido". “Com milhões de vidas em risco, o presidente está paralisando os esforços internacionais para derrotar o vírus”, disse ela.

O senador democrata Bob Menendez disse que abandonar a OMS deixará "os americanos doentes e os americanos em paz".

Trump acusa a organização de divulgar o que chama de "desinformação chinesa" sobre o novo coronavírus, incluindo alegações de que a China tentou deliberadamente subestimar os perigos do vírus e como ele pode se espalhar através do contato humano.

O senador republicano, mesmo partido de Trump, Lamar Alexander, do comitê de saúde do Senado, disse que o mundo tem que olhar para os erros que a OMS cometeu ao lidar com o vírus, “mas a hora de fazer isso é depois que a crise foi resolvida, e não no meio dela”.

Os Estados Unidos são membros fundadores da OMS, fundada em 1948, e tem sido seu maior doador.

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