Covid-19: mortes na África do Sul se mantêm baixas, apesar da variante Ômicron

20 de dezembro de 2021

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A predominância da variante Ômicron do Sars-Cov-2 África do Sul até agora não se refletiu no aumento das fatalidades por covid-19, conforme revelam os registros oficiais reportados no portal Worldometer. Ontem, por exemplo, a média móvel de mortes era de 29, muito diferente de meses atrás, quando chegou a 758 em 14 de janeiro, durante a 2ª onda, ou quando chegou a 437 no dia 23 de julho, durante a 3ª onda da pandemia (veja gráfico aqui). À época, a variante Delta era a dominante.

A Ômicron é a responsável por 100% dos casos de covid-19 na África do Sul desde o dia 13 passado, mas no dia 29 de novembro já era dominante, alcançando uma taxa de 82%.

Especialistas sul-africanos do Departamento de Saúde já alertavam que a variante não causava covid-19 grave, o que foi enfatizado novamente num comunicado no dia 16 passado: "de acordo com estudos científicos, esse vírus está se espalhando mais rápido do que nas ondas anteriores, mas as taxas de hospitalizações e mortes permanecem relativamente baixas".

Aumento de casos

Apesar de não estar causando mais mortes, os casos aumentaram e a África do Sul alcançou seu recorde diário no dia 12 passado, quando 37.785 novas contaminações foram registradas. A média móvel de novos casos alcançou um pico de 25.526 no dia 18 passado, mas ontem estava em 17.419.

Durante a 3ª onda, em julho passado, também houve um pico de média móvel de novos casos de 24.249 no dia 03 de julho, conforme o Worldmeters (veja gráfico aqui).

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Fontes