WhatsApp diz ao TSE que não foi contratado por campanha de Bolsonaro

14 de novembro de 2018

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O WhatsApp informou no dia 12 ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não trabalha com impulsionamento de mensagens em sua plataforma.

A informação foi prestada nas ações que foram abertas para investigar o suposto uso do impulsionamento durante a campanha eleitoral do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

De acordo com o WhatsApp, o serviço do aplicativo é de envio de mensagens e não foram prestados serviços à campanha de Bolsonaro.

Nessa segunda-feira (12), o Facebook e o Twitter também informaram ao TSE que as páginas oficiais do presidente eleito não contrataram o impulsionamento de mensagens durante a campanha eleitoral.

As informações foram encaminhadas pelas plataformas ao relator da prestação de contas de Bolsonaro no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, que por meio da área responsável do tribunal notificou as empresas “com o objetivo de identificar a contratação de impulsionamento de conteúdos na rede mundial de computadores em favor do candidato eleito à Presidência da República”.

Em outubro, o TSE abriu ações de investigação judicial eleitoral para apurar informações, publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, de que empresários contrataram o envio de mensagens em massa via WhatsApp para beneficiar Bolsonaro. A campanha nega conhecimento. Caso seja confirmada, pode vir a caracterizar doação de campanha não declarada.

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