8 de julho de 2023

Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram

 

Autoridades quenianas diseram que duas pessoas morreram neste sábado, 8, depois da repressão policial com gás lacrimogéneo contra manifestantes da oposição, ontem em várias cidades do país.

"Tivemos outra morte, elevando o número de mortos para dois como resultado das manifestações de ontem", informou George Rae, presidente e director executivo do hospital em Kisumu, um reduto da oposição.

Ontem, a polícia disparou gás lacrimogéneo na capital Nairóbi, contra a caravana do líder da oposição, Odinga, e tomou medidas semelhantes contra as manifestações nas cidades de Mombaça e Kisumu.

Neste sábado, a polícia voltou a usar gás lacrimogéneo contra um protesto de representantes da sociedade civil que exigiam a libertação de dezenas de pessoas detidas durante os protestos.

Entre eles estava o antigo presidente do Tribunal Supremo, Willy Mutunga.

A Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quénia pediu hoje "uma investigação completa de todos os incidentes relatados de brutalidade policial", somando-se ao coro de condenação de grupos de defesa de direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, contra "prisões arbitrárias".

Fontes