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Raptores de Mohamed Bachir Sulemane não pediram resgate nem contactaram a família

Agência VOA

Vice-ministro do Interior José Mandra disse estranhar o facto de o empresário ter dispensado a segurança e disse que a polícia tem alguma pista.

14 de novembro de 2014

Em Moçambique, o empresário árabe-moçambicano Mohamed Bachir Sulemane sequestrado na passada Quarta-feira, 12, na parte traseira do centro comercial Maputo Shopping Center, de que é proprietário, continua em parte incerta e nem a família nem a polícia têm informações sobre os seus raptores.

A VOA confirmou que até agora os familiares de Bachir Sulemane não receberam qualquer pedido de resgate nem foram contactados pelos raptores.

Na Quarta-feira, às duas da tarde, quatro homens abordaram o empresário quando desceu do seu carro e com armas em punho meteram Bachir Suleman numa viatura de de alta cilindrada e partiram, segundo testemunhas oculares.

Mohamed Bachir Sulemane tinha dispensado há alguns dias a segurança pessoal que o acompanhava de forma permanente.

O vice-ministro do interior José Mandra disse estranhar também o facto de o empresário ter dispensado a segurança e pediu que se deixe a polícia trabalhar que, segundo ele, já tem alguma pista.

Bachir Sulemane, conhecido como um dos principais doadores da FRELIMO, foi considerado pelos Estados Unidos em 2010 um barão da droga.

Na altura, o director do Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros Departamento do Tesouro|Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro (OFAC) garantiu ter "evidências suficientes" do envolvimento do empresário moçambicano no narcotráfico.

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