10 de janeiro de 2023

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A gigante farmacêutica norte-americana Pfizer e as autoridades chinesas estão discutindo o preço de fornecimento de uma cópia do Paxlovid, um novo tratamento para o coronavírus, disse o CEO da Pfizer, Albert Bourla.

Segundo a Reuters, o CEO disse ontem (9) em uma conferência médica em San Francisco, "a China é a segunda maior economia do mundo" e "não acho que eles devam pagar menos que El Salvador".

Anteriormente, a Administração Chinesa de Saúde (NHSA) anunciou que a Pfizer não incluiria o Paxlovid na lista básica de aplicativos do sistema de seguro médico devido aos altos preços do tratamento.

De acordo com relatos da mídia local e da mídia social na China, o preço de uma caixa de Paxlovid usada em um único processo de tratamento é negociado em até 50.000 yuans (cerca de US$ 7.300), informou a agência de notícias Reuters.

A esse respeito, o Hwangu Times estatal da China criticou a Pfizer por tentar lucrar com a situação da COVID-19 na China.

Ele insistiu: "Se eles se importam (com a epidemia chinesa), a Pfizer deveria desistir da busca pelo lucro e cooperar com a China com um pouco mais de diligência".

Fontes