Agência VOA

Província de Tete, noroeste de Moçambique.

O Governo de Moçambique solicitou apoio da África do Sul, Portugal e Estados Unidos para o apuramento das causas que provocaram a tragédia de Chitima.

22 de janeiro de 2015

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Em Moçambique, laboratórios nacionais ainda não conseguiram detectar os elementos tóxicos que causaram a morte de mais de 70 pessoas, após consumirem uma bebida tradicional designada phombe, na região de Chitima, província central de Tete.

Depois de ter prometido anunciar os resultados na semana passada, o Ministério da Saúde diz terem sido analisados mais de 200 compostos da bebida, mas não foram identificados elementos tóxicos, permanecendo por isso uma incógnita sobre que causou o pior registo de óbitos por uma bebida alcoólica em Moçambique.

Ilashe Jani, Director Nacional do Sistema Nacional de Saúde, disse que Moçambique solicitou apoio internacional de países como África do Sul, Portugal e Estados Unidos da América (EUA) para o apuramento das causas que provocaram a tragédia de Chitima, esperando que os resultados conclusivos sejam conhecidos até ao final da semana.

Neste momento, a preocupação actual das autoridades sanitárias é de identificar as causas da tragédia com o objectivo de evitar novos casos.

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