23 de novembro de 2023

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A cúpula do G20 foi realizada virtualmente no dia 22. Esta estava marcada para discutir o acordo alcançado na cimeira presencial realizada em Nova Deli, em setembro passado, mas neste dia, a situação na Faixa de Gaza e a na Ucrânia foram discutidas principalmente.

O primeiro-ministro Narendra Modi da Índia, que atua como presidente, disse nas suas observações que novos desafios surgiram nos últimos meses.

Ele afirmou: “A agitação e a situação instável na Ásia Ocidental são motivo de preocupação para todos” e instou: “Todas as medidas necessárias devem ser tomadas para evitar que o conflito entre Israel e a facção política armada palestina Hamas se espalhem.”

Disse também que as mortes de civis eram repreensíveis e que era importante que a ajuda humanitária chegasse a tempo e não fosse interrompida.

Os comentários do primeiro-ministro Modi ocorreram depois que Israel e o Hamas concordaram com uma suspensão dos combates por quatro dias.

O presidente russo, Vladimir Putin, também participou da reunião. Esta é a primeira vez que o ele participa numa cimeira do G20 desde que invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

O presidente Putin referiu-se ao conflito com a Ucrânia e disse que é necessário encontrar uma forma de parar esta “tragédia”. Ao mesmo tempo, a Rússia insistiu que nunca rejeitou as negociações de paz com a Ucrânia.

Após a videoconferência do G20, o chanceler alemão Olaf Scholz e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni realizaram uma conferência de imprensa conjunta.

O primeiro-ministro Meloni saudou a proposta do presidente Putin para negociações de paz, mas acrescentou: “Não devemos esquecer que existem agressores e partes atacadas na Ucrânia”.

Outros líderes que participaram da reunião incluíram o primeiro-ministro chinês Li Qiang, japonês Fumio Kishida, canadense Justin Trudeau, o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan, o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

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