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Jornal do Reino Unido afirma que agência de inteligência de Israel assassinou o cientista iraniano

Emblema do Mossad.

17 de janeiro de 2012

Londres, Inglaterra, Reino UnidoThe Sunday Times, um jornal publicado em Londres, capital do Reino Unido, afirmou ontem que os recentes ataques em Teerã(PT-BR) ou Teerão(PT-PT), capital do Irã(PT-BR) ou Irão(PT-PT), incluindo o assassinato do cientista nuclear iraniano Mostafa Ahmadi-Roshan, foram obra de Mossad (em hebraico המוסד למודיעין ולתפקידים מיוחדים, ‘Instituto de Inteligência e Operações Especiais’), a agência de inteligência de Israel.

De acordo com uma fonte israelense anônima, o jornal informou que o homicídio foi uma operação similar à vista em "filmes de espionagem": planejou-se durante um período de vários meses e incluiu vigilância extensa e recopilação de dados de Ahmadi-Roshan. Inclusão se deu a conhecer que o agente que executou a ação ia mascarado a bordo de uma motocicleta, se aproximou do veículo do cientista em momentos de tráfico e implantou a bomba.

Não há tolerância para erros. Por natureza, os fracassos não só arriscam as vidas dos agentes, sendo que também poderão converter-se em um escândalo internacional.

Fonte anônima israelense em The Sunday Times.

Imediatamente depois do homicídio, os Estados Unidos negaram qualquer relação com o fato. "Não estivemos envolvidos de nenhuma maneira em o que respeito ao assassinato que aconteceu lá no lugar.", disse Leon Panetta, Secretário da Defesa dos Estados Unidos.

Ahmadi-Roshan, de 32 anos, era um engenheiro químico graduado da Universidade Sharif de Tecnologia e um dos diretores da instalação de enriquecimento de urânio da planta de Natanz. Segundo os informes, Ahmadi-Roshan havia se reuniu recentemente com inspetores da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), fato que indica que a AIEA vazou informação sobre as instalações nucleares do Irã e seus cientistas.

Fontes

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