Itália chega aos 800 mil casos do coronavírus

6 de novembro de 2020

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De acordo com sites que monitoram o número de casos de contágio pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, como Worldometer e o Roylab Stats, na tarde do dia 6 de novembro, a Itália chegou a 800 mil o número de casos do coronavírus (a COVID-19) que surgiu no país asiático China no ano passado. O país europeu registrou 824.872 de casos diagnosticados da doença COVID-19 contra os 790.374 no dia anterior (5 de novembro), um acréscimo de 34.498 casos, no dia em que ficou marcado pelo acréscimo de 30.547 novos casos (contra os 759.827 casos no dia 4 de novembro).

Com esse número, a Itália tornou-se o décimo segundo país do mundo a atingir 800 mil casos, atrás somente dos Estados Unidos com 9.921.547, a Índia com 8.411.034, o Brasil com 5.614.258, a Rússia com 1.712.858, a França com 1.601.367, a Espanha com 1.365.895, a Argentina com 1.217.028, o Reino Unido com 1.123.197, a Colômbia com 1.117.977, o México com 943.630, o Peru com 914.722. Também ontem, o Reino Unido ultrapassou o número de casos da Colômbia, com acréscimo de mais de 24.141 casos.

A Itália segue na sexta posição dos países em número de mortes (que chega a 34.498 no país), atrás somente dos Estados Unidos com 240.954 (+1.126), o Brasil com 161.779 (+609), a Índia com 125.029 (+675), o México com 93.228 (+635) e o Reino Unido com 48.120 (+428).

Já o número de italianos recuperados do vírus é um pouco alto e já chega aos 312.339 pessoas na viségima maior do mundo, só perdendo apenas para a Índia (7.764.763), os Estados Unidos (6.340.486), o Brasil (5.064.344), a Rússia (1.279.169), a Argentina (1.030.137), a Colômbia (1.011.166), o Peru (838.265), o México (697.402), a África do Sul (671.579), o Irã (505.287), o Chile (493.250), o Iraque (420.206), a Alemanha (391 500), a Indonésia (357.142), as Filipinas 349.512, a Arábia Saudita (336.068), o Bangladesh (333.588), a Turquia (332.379) e o Paquistão (316.665).

A maioria dos casos e as mortes entre os italianos estão no norte (nas províncias de Lombardia, Piemonte, Trentino-Alto Ádice, Vêneto e Emília-Romanha) e no centro (Toscana, Úmbria e Lácio), enquanto no sul tem menos casos e mortes. A Itália viveu entre fevereiro a abril, onda de surto de contaminação e morte pela doença vinda da China, através de voos domésticos entre a China e o Oriente Médio, obrigando a realizar quarentena em províncias, regiões e cidades, o que fez mais tarde o país enfrentar problemas internos já debilitada economia italiana desde 2008. Na tentativa reverter os impactos econômicos e sociais, o governo italiano decidiu flexibilizar as restrições no verão europeu em junho, após casos de contaminados e mortes terem diminuídos. No entanto, novos surtos estão surgindo em outros lugares diante a chegada do inverno europeu em outubro. No dia 31 de outubro, o país teve o maior balanço de casos diários desde 21 de março (com 6554), ao atingir o recorde de 31.756 casos, o que leva temores da elevação nos números de mortes em novembro, já que em 27 de março, o país teve o recorde diário de 921 mortes.

Em todo o mundo, os casos de coronavírus chegam a 49.021.485, sendo 34.975.862 recuperados e as mortes somam 1.238.891.

Fontes

 
Esta notícia contém reportagem original de um Wikicolaborador.
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