Agência Brasil

6 de maio de 2017

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Os colégios eleitorais nos territórios franceses do arquipélago de Saint-Pierre e Miquelon, situado ao sul da ilha canadense de Newfoundland, abriram suas portas hoje (6) para dar início ao segundo turno das eleições presidenciais da França. Às 7h, horário de Brasília, a votação foi aberta para 5 mil eleitores. Depois foi a vez da Guiana Francesa, às 8h, e das Antilhas, às 9h.

Nesses territórios, na Polinésia Francesa e para os franceses residentes no continente americano, a votação ocorre hoje e não no domingo. Na parte da França dentro da Europa, os colégios abrirão amanhã às 8h (3h em Brasília) e fecharão às 19h (14h em Brasília) na maioria dos lugares, e às 20h (15h em Brasília) nas grandes cidades.

Mas nas últimas 24 horas a votação foi ofuscada por uma tentativa de hacking "massiva e coordenada" na campanha presidencial do candidato Emmanuel Macron.

Mais de 50 mil policiais e guardas militares vão fazer a segurança para que o segundo turno das eleições presidenciais aconteça com a "maior condição de segurança".

De acordo com o Ministério do Interior da França, a mobilização, que também vai ter a participação da guarda municipal, será semelhante à feita no primeiro turno, em 23 de abril. Na ocasião, nenhum incidente importante foi registrado. No entanto, a detenção ontem de um radical que pretendia atacar uma base militar na Normandia mantém as forças de segurança em estado de alerta máximo.

Na capital francesa, os 896 colégios eleitorais serão vigiados por agentes municipais e seguranças particulares, das 7h às 23h (horário local), explicou o vice-prefeito de Paris, Bruno Julliard. Eles se somarão aos 12 mil policiais e militares mobilizados em Paris, sendo 5 mil dedicados integralmente a garantir a segurança das votações e a ordem pública.

Preocupam especialmente as eventuais comemorações após o anúncio dos resultados. O local ainda não foi anunciado oficialmente, mas sabe-se que equipes de segurança também serão enviadas para lá.

O candidato social liberal Emmanuel Macron e a candidata da extrema direita Marine Le Pen disputam o segundo turno das eleições presidenciais na França.

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