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O Secretário-geral do Hizbollah, [[w:Xeque (título)|Xeique]] [[w:en:Hassan Nasrallah|Hassan Nasrallah]], elogiou a captura dos soldados israelenses e se referiu a ela como "o nosso natural, único e lógico direito".
 
Ele disse para repórteres em [[w:Beirute|Beirute]] que os soldados israelenses foram levados para um lugar seguro, bem longe da fronteira e que o único modo para eles retornarem à sua pátria, seria por intermédio de uma troca com libaneses e outros árabes presos em Israel.
 
Segundo Nasrallah: "Em nenhum caso, nenhuma operação militar levará à libertação dos cativos. O único modo possível é através de negociações indiretas e então uma troca".
==Reações==
===A reação israelense===
No mesmo dia (12 de Julho), o gabinete do governo israelense fez uma reunião de emergência e aprovou o ataque contra instalações do Hizbollah e libanesas, sob a justificativa de acabar com a ameaça do Hizbollah no norte da fronteira. O governo de Israel também recusou as exigências do Hizbollah, assim como fizera com o [[w:Hamas|Hamas]] que também raptara um soldado israelense na Faixa de Gaza há duas semanas e meia.
 
Em [[w:Jerusalém|Jerusalém]], [[w:Ehud Olmert|Ehud Olmert]], o Primeiro Ministro de Israel, culpou o governo libanês pelo seqüestro dos soldados. Olmert disse que o rapto foi "um ato da guerra" e recusou a proposta de troca de prisioneiros. Ele disse ainda que o governo libanês é responsável pela segurança dos soldados israelenses capturados e prometeu dar uma "resposta muito dolorosa e de grande vulto".
 
===A ligação do Hizbollah com o governo libanês===
O [[w:Hizbollah|Hizbollah]] é uma organização fundada em 1982 depois que Israel invadiu o Líbano. O Hizbollah é formado por vários grupos shiitas radicais libaneses e inspirado pelos sucessos da [[w:Revolução Iraniana|Revolução Iraniana]]. O grupo declara publicamente que seus principais objetivos são: a instauração de um governo teocrático no [[w:Líbano|Líbano]], a eliminação de todas as influências ocidentais na região e a total destruição do Estado de [[w:Israel|Israel]].
 
Segundo os [[w:Estados Unidos da América|EUA]] e Israel, o Hizbollah recebe ajuda financeira e armamentos do [[w:Irã|Irã]] e da [[w:Síria|Síria]], hipótese negada tanto pelos sírios quanto pelos iranianos.
O Ministro da Defesa de Israel Amir Peretz ordenou aos comandantes para preparar os planos de defesa para os civis e declarou lei marcial em toda a região norte do país.
 
O Hizbollah ameaçou bombardear [[w:Haifa|Haifa]], a terceira maior cidade israelense, se [[w:Beirute|Beirute]] for atacada.
 
No sábado (15), os israelenses instalaram três mísseis anti-balísticos [[w:en:MIM-104 Patriot|Patriot]] em [[w:Haifa|Haifa]], com a finalidade de interceptar e destruir possíveis mísseis disparados contra a cidade.