EUA diz que está pronto para iniciar conversações com a Rússia: diferenças entre revisões

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A Casa Branca disse na segunda-feira que os [[Estados Unidos]] estão prontos para iniciar conversações diplomáticas com a [[Rússia]] por meio de vários canais, mas deixou claro que ][Moscou]] deve lidar com as preocupações ocidentais sobre seu acúmulo militar ao longo da fronteira [[Ucrânia|ucraniana]].
 
O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, falou com seu homólogo, Yuri Ushakov, conselheiro de política externa do presidente russo [[Vladimir Putin]], com a Casa Branca dizendo que os EUA estavam dispostos a conversar diretamente com o Kremlin, bem como através do Conselho da OTAN-Rússia e da Organização para a Segurança e Cooperação na [[Europa]].
 
A Casa Branca disse que Sullivan disse a Ushakov que "qualquer diálogo deve ser baseado na reciprocidade e abordar nossas preocupações sobre as ações da Rússia".
 
Em uma cúpula virtual há duas semanas, o presidente dos EUA [[Joe Biden]] alertou Putin de que os EUA imporiam duras sanções econômicas contra a Rússia se invadissem a Ucrânia. Moscou acumulou dezenas de milhares de tropas ao longo da fronteira leste da Ucrânia, embora [[Washington]] tenha indicado que não acredita que Putin tenha decidido lançar um ataque à Ucrânia.
 
Não houve comentários imediatos de Moscou sobre a ligação Sullivan-Ushakov.
Na semana passada, Moscou listou propostas de segurança que queria negociar, incluindo uma promessa de que a OTAN desistiria de qualquer atividade militar na Europa Oriental e na Ucrânia. Biden descartou o envio de tropas terrestres dos EUA se a Rússia invadir a Ucrânia, mas os EUA têm enviado armas para Kiev.
 
O Pentágono disse que o pacote de segurança inclui armas e munições pequenas e mísseis Javelin, que os EUA dizem que podem ser usados em qualquer lugar da Ucrânia, mas apenas para fins de autodefesa.
 
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