Diferenças entre edições de "Apresentado Alabardas, novela póstuma de José Saramago"

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Nesta quarta-feira, cinco anos após {{p|José Saramago}} anunciouanunciara, durante a apresentação de Caim''{{w|Caín (livro)|Caín}}'', o que seria seu último romance: Halberds''{{p|Alabardas}}'', é mundialmente apresentada mundialmente no {{p|Teatro Nacional D. Maria II|Teatro Nacional Dona Maria II}} o seu "grito contra a violência." Através de um vídeo de seis minutos gravado em junho de 2009, Saramago falou pela última vez com seus leitores. Halberds''Alabardas'', editadoeditada pela abundante{{p|Alfaguara}}, ése trata de "o último de seus uivos em busca de um mundo melhor.". "?Se Estava fazendofaz tudo o que pode ser contra asa drogasdroga, mas oporém, que ése feitofaz contra o tráfico de armas? Nada", criticoucriticava Saramago emno vídeo (vídeoVideo: alabardas[http://www.youtube.com/watch?v=FUvWxPOimCE HalberdsAlabardas, espingardasAlabardas, espingardasEspingardas, -Espingardas – Declarações de José Saramago Declarações]).
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Nesta quarta-feira, cinco anos após José Saramago anunciou durante a apresentação de Caim, o que seria seu último romance: Halberds, é mundialmente apresentada no Teatro Nacional Dona Maria II o seu "grito contra a violência." Através de um vídeo de seis minutos gravado em junho de 2009 Saramago falou pela última vez com seus leitores. Halberds, editado pela abundante, é "o último de seus uivos em busca de um mundo melhor." "? Estava fazendo tudo o que pode ser contra as drogas, mas o que é feito contra o tráfico de armas Nada", criticou Saramago em vídeo (vídeo: alabardas Halberds, espingardas, espingardas - José Saramago Declarações).
 
Halberds''Alabardas'' éconta composto porde três capítulos com notas do escritor e ilustrações escritordo também {{p|Nobel de Literatura}}, {{p|Günter Grass também}}; Éé um argumento contra a {{p|guerra}} e armamentosa {{p|Indústria bélica|indústria armamentista}}, relatado por um marido amorosoamante das armas e uma esposa armas que as abomina. No meio, Saramago nãoaproveita conseguempara apontar as "contradições do ser humano e denunciar o poder do dinheiro para corromper"."
 
O evento parano Teatro Nacional compareceram o juiz {{w|Baltasar Garzón Teatro Nacional compareceram}} e o escritor {{w|Roberto Saviano}}, eassim publicarcomo oas editoras do escritor Portuguêsportuguês no {{p|Brasil}}, {{p|Itália}}, {{p|Portugal}} e {{p|Espanha}}, além mais de 800 pessoas. Garzón e Saviano, amigos Saramago, destacoudestacaram a mensagem anti-guerrabelicista da peçaobra. ElesTambém também comentoucomentaram que a publicação chegaocorre em um momento perfeitoidôneo, especialmente pelas tensões no {{p|Oriente Médio}} sobreante a situação com o {{p|Estado Islâmico do Iraque e do Levante.|Estado Islâmico}}.
 
"O comérciotráfico de armas é ao seçãocapítulo de inclinaçãopendente. ArmasSe Guerrasformam são formadosguerras para promover armamento", disse Garzón. EnquantoPor issooutro lado, Saviano disse que "o fato de viver em uma contradição não nos faztorna em escravos para não poder escolher", situação emque vive um dos protagonistas doda jogoobra. Finalmente, ambos concluíramconcluem que os governantes fariam bem em ler Halberds''Alabardas'', embora elesse estavammostraram céticos sobre aante sua capacidade emocional. OA trabalhoobra foi publicadopublicada pela primeira vezprimeiramente na {{p|Europa}} e na {{p|América Latina}} em Português{{p|língua portuguesa|português}}, {{w|língua italiana|italiano}}, {{w|língua espanhola|espanhol}} e {{w|língua catalã|catalão}}.
"{{cquote|Os governos mais democráticos comprarcompram e vendervendem armas, alegandocom queo elespretexto de que devem defender seu território. Muitas vezes não temostêm paraque defender-se de ninguémnada, porque ninguémnada oslhes ataca. [...] ComoAo igual que Deus, os exércitos nãotampouco são legítimosde fiar. Não se confie nas bandas de hostsmúsicas oudos seusexércitos, nem de belosseusbonitos bannersestandates.|José "Saramago}}
 
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"Os governos mais democráticos comprar e vender armas, alegando que eles devem defender seu território. Muitas vezes não temos para defender ninguém, porque ninguém os ataca. [...] Como Deus, os exércitos não são legítimos. Não confie nas bandas de hosts ou seus belos banners. "
- José Saramago
 
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*{{fonte|idioma=es|autor=Javier Martín|url=http://cultura.elpais.com/cultura/2014/10/02/actualidad/1412273222_461650.html|título=El último grito de José Saramago es contra la guerra|pub=El País|data=2 de outubro de 2014}}
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