18 de novembro de 2023

Musk em 2022
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Walt Disney, Warner Bros, Lionsgate, Paramount, IBM e Apple anunciaram a suspensão de gastos em anúncios na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter) após o bilionário Elon Musk apoiar declarações antissemitas.

Musk escreveu concordando com uma publicação sobre uma teoria da conspiração que judeus estariam realizando discurso de ódio contra europeus brancos. Anteriormente, o empresário já sugeriu processar a Liga Anti-Difamação, um grupo de direitos humanos que analisou o aumento do antissemitismo na plataforma.

Diversos veículos de mídia também relataram a presença de anúncios ao lado de comentários atacando o povo judeu. A IBM, que interrompeu o repasse US$ 1 milhão, declarou que "não tolera discurso de ódio e discriminação e suspendemos imediatamente toda a publicidade no X enquanto investigamos essa situação totalmente inaceitável".

Andrew Bates, porta-voz da Casa Branca, disse que era "inaceitável repetir a mentira repugnante por trás do ato mais fatal de antissemitismo na história americana a qualquer momento, muito menos um mês após o dia mais mortal para o povo judeu desde o Holocausto".

Em mensagem enviada aos funcionários do ex-Twitter, a CEO Linda Yaccarino declarou que "o X é uma plataforma para todos" e que "a discriminação por todos deve parar em todos os aspectos".

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